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Alagoas ocupa a 7ª posição no ranking nacional de popularização da ciência

Texto de Ascom Secti

Alagoas continua avançando em ciência, tecnologia e inovação no cenário nacional. Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o Estado, atualmente, ocupa a 7ª colocação no ranking nacional e a 2ª no nordeste em popularização da ciência.

Só no ano de 2018 foram contabilizadas mais de quatro mil ações e atividades da área realizada em 28 municípios. Isso representa um aumento de 235% em relação ao ano de 2017 e coloca Alagoas à frente de grandes Estados, a exemplo de São Paulo, que ocupa a 9ª colocação.

Para o superintendente da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Lairson Giesel, esse cenário é fruto de um forte planejamento e do trabalho integrado do Comitê Gestor da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), formado por outros órgãos do Governo, instituições de ensino, setor produtivo e a sociedade civil.

“Nossa estratégia foi a de atingir com ações da semana a maior parte possível dos nossos municípios. Para tanto, o planejamento das ações começou no primeiro trimestre de 2018 quando envolvemos instituições públicas e privadas, universidades e sociedade civil em torno do tema proposto pelo MCTIC, que foi Ciência para Redução das Desigualdades”, explicou o superintendente.

O Estado vem se destacando pelo terceiro ano consecutivo em iniciativas de divulgação científica. Em 2015, Alagoas ocupava a 25ª posição no ranking brasileiro, subindo para 8° nos dois anos seguintes.

Oficinas de robótica para comunidades carentes

Aproximar crianças e jovens do universo da ciência e melhorar a tecnologia dos municípios foi o principal propósito da Secti durante o ano de 2018. Ao logo do ano, foram desenvolvidas várias atividades de incentivo a estudantes e professores da rede pública e privada, com milhares de pessoas beneficiadas na capital, Maceió, e em diversos município do interior do Estado, a exemplo de Rio Largo, Santana do Ipanema e Girau do Ponciano.

Dentro dessas ações, destacaram-se as oficinas de iniciação à robótica para crianças e jovens, ministradas por técnicos da Secti. A atividade permite que crianças de 6 a 13 anos construam protótipos robóticos em forma de carro, utilizando resíduos sólidos reutilizáveis (garrafas pet). Além de conhecer novas técnicas, novas perspectivas e criar equipamentos, essa atividade traz uma concentração e percepção que podem ajudar as crianças e jovens no dia a dia. É uma ação que estimula o conhecimento e desperta o interesse por um tema que abre os caminhos para as profissões do futuro.

“As oficinas de iniciação à robótica promovidas pela Secti, que atenderam a mais de quatro mil crianças em todo o Estado, foram um dos grandes diferenciais para dar oportunidade às crianças mais carentes de terem o primeiro contato com conceitos básicos das tecnologias, que são a base para as profissões do futuro. Esse é o nosso espírito, o de levar ciência, tecnologia e inovação aos cidadãos comuns, por meio de linguagem simples e lúdica”, relatou Lairson Giesel.

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