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Portugueses devem consumir 20 mil ton de bacalhau durante o Natal

Os portugueses devem consumir entre quatro e cinco mil toneladas de bacalhau na noite de Natal, valor que deverá ultrapassar as 20 mil toneladas no total da época natalícia, segundo as estimativas do Conselho Norueguês dos Produtos do Mar. “Estima-se que 29% do total do consumo de bacalhau em Portugal ocorra na época natalícia e que, na noite da consoada, sejam comidas entre quatro mil e cinco mil toneladas de bacalhau”, indicou, em resposta à agência Lusa, o diretor em Portugal do Conselho Norueguês dos Produtos do Mar (NSC, na sigla em inglês), Johnny Thomassen.

Portugal recebe 1.500 toneladas de bacalhau fresco para serem tratadas pela indústria local, 26 mil toneladas são importadas em salga húmida (bacalhau verde), 30 mil toneladas chegam em produto finalizado, salgado e seco, e nove mil toneladas são provenientes da Islândia. Os dados são da NSC, uma empresa pública subordinada ao Ministério da Pesca e Assuntos Costeiros, que tem como prioridade promover os produtos do mar da Noruega.

O bacalhau salgado seco continua a ser a forma de apresentação com maior quota de mercado em Portugal, porém, o bacalhau demolhado ultracongelado tem vindo a aumentar o seu peso nas vendas no mercado doméstico, representando mais de 30% de todo o bacalhau vendido.

Cerca de 20% do bacalhau pescado no mundo é consumido pelos portugueses. Dessa forma Portugal é o mercado que mais prefere este tipo de peixe. No total, os portugueses consomem cerca de 70 mil toneladas de bacalhau seco salgado por ano, sendo que 70% de todo o bacalhau ingerido em Portugal vem da Noruega.

De acordo com a Associação dos Industriais do Bacalhau (AIB), as vendas de bacalhau na altura do Natal devem manter a trajetória dos últimos anos, embora se registe uma retração no consumo, provocada pelo aumento dos preços. “O mercado internacional do bacalhau do Atlântico vem refletindo, ao longo dos últimos anos, a diminuição das possibilidades de pesca naquela que é a maior fonte desta origem, o mar de Barents, que é repartida entre a Rússia e a Noruega, a qual, associada a uma maior disputa pela matéria-prima por parte dos mercados de bacalhau fresco tem colocado pressão nos preços”, referiu a AIB.

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