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Brasileiros vacinados poderão viajar a Europa, menos quem tomou a CoronaVac, que está sob aprovação da UE

Muitos brasileiros estão na expetativa para viajar à Europa, mas a existência de muitas barreiras começando pelo fechamento das fronteiras para o Brasil, que está em terceiro lugar no mundo em número de casos de covid-19. Entretanto a vacinação avança no Brasil que já ter mais de 30 milhões de pessoas vacinadas, na sua maioria com a primeira dose faltando a segunda. Isto já é um passo importante para liberação do acesso de turistas brasileiros ao Velho Continente.

A União Europeia acaba de anunciar que está nos planos liberar o acesso de turistas que tenham tomado a duas doses e com um prazo de duas semana para criação dos anticorpos necessário a imunização. Contudo mesmo assim existe o entrave quanto a marca da vacina, que tem que está aprovada pelas autoridades europeia como Pfizer-BioNTech; Oxford-AstraZeneca, Moderna ou Janssen.

O grande problema para os brasileiros é que a CoronaVac chinesa não está aprovada pela UE e somente agora é que está sendo avaliada. Esta vacina é a que o Governo Brasileiro está fabricando em maior quantidade e muitos brasileiros tomaram ela e mesmo estando dentro dos critérios exigidos pela Europa para viajar, terão que aguardar a aprovação.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) informou nesta terça-feira (4) que iniciou uma análise em tempo real da vacina CoronaVac, da chinesa Sinovac, contra a covid-19, com base em resultados preliminares de testes com animais e humanos que indicam que o produto gera resposta imunológica contra o novo coronavírus.

Dados da vacina serão analisados à medida que se tornarem disponíveis para ajudar a acelerar possíveis aprovações, disse a EMA.

Trata-se da primeira vacina chinesa que a agência estuda em tempo real, e a quarta vacina contra covid-19 sob análise – as outras são as da CureVac, da Novavax e a russa Sputnik V.

A vacina da Sinovac mostrou taxas de eficácia de 50% a 90% em estudos diferentes, e atualmente tem autorização de uso na China, Indonésia, no Brasil e na Turquia, entre outros.

De acordo com a BBC, as propostas incluem um “freio de emergência” que permite aos Estados membros fecharem as fronteiras rapidamente no caso de novas variantes ou casos crescentes de Covid. “É hora de reviver a indústria do turismo na UE e de reacender as amizades transfronteiriças – com segurança”, disse Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia.

Já existem planos também para a criação de certificados digitais que mostram o estado de vacinação de uma pessoa, os resultados do teste Covid-19 ou se ela se recuperou recentemente do vírus. A UE também destacou que as crianças que viajam com seus pais vacinados poderiam entrar na UE com um teste Covid-19 negativo; no entanto, podem ser realizados outros testes na entrada.

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