DESTINOS

Comitiva do MTur e instituto argentino visitam Rio de Janeiro, que participa do projeto Destinos Turísticos Inteligentes

Bichucher/RioTur – Gonzalo La Rosa/Ciudades del Futuro

Oprojeto Destinos Turísticos Inteligentes (DTI), que busca transformar cidades brasileiras em destinos inovadores, segue a todo vapor. Na última terça-feira (24.08), uma comitiva composta por representantes do Ministério do Turismo e do instituto argentino Ciudades del Futuro encerrou uma visita de cinco dias ao Rio de Janeiro (RJ). O objetivo foi avaliar os indicadores turísticos locais, identificar demandas e iniciar a construção de um plano de ação voltado a melhorias de gestão, promoção e desenvolvimento do turismo na cidade.

Ao todo, duas cidades representando cada uma das cinco regiões do Brasil participam do projeto-piloto: Rio Branco/AC e Palmas/TO (Norte); Recife/PE e Salvador/BA (Nordeste); Campo Grande/MS e Brasília/DF (Centro-Oeste); Florianópolis/SC e Curitiba/PR (Sul); e Rio de Janeiro/RJ e Angra dos Reis/RJ (Sudeste).

O projeto, pioneiro no país, busca estabelecer diretrizes e um formato nacional de Destinos Turísticos Inteligentes. “Com a implementação dos Destinos Turísticos Inteligentes, tendência que já tem se consolidado no exterior, vamos aumentar o desenvolvimento e a competividade dos destinos brasileiros, além de garantir experiências ainda melhores aos visitantes”, aponta o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

Além de reuniões para alinhamento do projeto com representantes da RioTur, empresa de Turismo da capital fluminense, foram realizadas visitas técnicas a atrativos turísticos da cidade, como o Pão de Açúcar, o Corcovado, o Centro Histórico, o estádio Maracanã e a floresta da Tijuca.

“Com as visitas feitas aos atrativos turísticos da cidade e aos departamentos da RioTur, foi possível avaliar in loco como a cidade está trabalhando a gestão do destino, permitindo assim – junto com a avaliação diagnóstica realizada com a equipe do órgão gestor (RioTur) – compreender a utilização das ferramentas necessárias para a construção do plano de transformação”, destacou Bárbara Blaudt, coordenadora de Destinos Inteligentes e Criativos do Ministério do Turismo.

Gonzalo La Rosa, diretor-executivo do Instituto Ciudades del Futuro, pontua que a auditoria e a avaliação diagnóstica atual irão auxiliar na implementação do modelo DTI e no desenho de modelos de dados de cada destino. “Isso irá lhes possibilitar também a capacidade de criar os primeiros módulos do sistema de inteligência turística em seus municípios”, acrescenta.

Participaram ainda do encontro Nádia Colo Martinez, diretora de relações institucionais do instituto argentino; a presidente da Riotur, Daniela Maia; Arnaldo Bichucher, assessor especial da Riotur, entre outros representantes da empresa de turismo da capital fluminense.

DESTINOS TURÍSTICOS INTELIGENTES – A preparação da política pública de desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes no país conta com o apoio do instituto argentino Ciudades Del Futuro (ICF) e da Sociedade Mercantil Estatal para a Gestão da Inovação e as Tecnologias Turísticas (SEGITTUR) da Espanha, instituições pioneiras e consideradas referência no segmento.

A ideia é implementá-la, inicialmente, em 10 destinos do país, representando as cinco regiões brasileiras, em um projeto-piloto. Com isso, será possível analisar os procedimentos atuais e a implementação das estratégias, considerando as especificidades regionais. E, posteriormente, abranger mais municípios brasileiros.

A cidade do Rio de Janeiro passa, agora, por um diagnóstico da situação atual, que apontará uma estratégia de ação com vistas ao desenvolvimento do turismo local, de forma inovadora e interativa, além da capacitação dos gestores locais do setor de turismo. No Brasil, o projeto tem como base a estruturação e a convergência de nove pilares: governança, inovação, tecnologia, acessibilidade, sustentabilidade, criatividade, marketing, mobilidade e segurança.

O Ministério do Turismo também acompanhará a implementação das soluções relacionadas à eficiência na governança; a correta utilização de recursos públicos; o respeito às normas de acessibilidade e aos princípios de sustentabilidade, bem como a utilização da tecnologia a favor da valorização do destino e de seus patrimônios ao mesmo tempo em que atende às demandas dos seus visitantes.

Por Amanda Costa

FOTO: GONZALO LA ROSA/

Assessoria de Comunicação do Ministério do turismo

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