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Crise no turismo em Portugal causa perda de 6 mil alojamentos em Lisboa

A atividade turística em Portugal mergulha numa crise sem precedentes e os números apresentados com a perda de alojamentos é uma prova do cenário que deverá se agravar com a chegada do inverno, com a falta de turistas europeus. Já os brasileiros, que são um dos maiores públicos turístico em terras Lusas, estão sendo motivados a ficar no Brasil devido a liberdade na circulação com a redução das medidas contra o covid-19.

Contudo, a situação Portugal, assim como a Espanha é preocupante para a atividade turísticas, e muitos hotéis, bares e restaurantes estão a beira da falência.

Lisboa e Porto perderam um total de 7.800 fogos que funcionavam no Alojamento Local (AL), indica a Confidencial Imobiliário (CI), relativamente ao mês de julho de 2021 face ao período pré-COVID-19, em dezembro de 2019.

Esta quebra foi maior na capital do país, com os dados a revelarem uma saída de 6.000 fogos do circuito de atividade em Lisboa e cerca de 1.800 no Porto, quando a dimensão do mercado, no período pré-Covid-19 indicado, era de 8.800 e 4.100 fogos ativos, respetivamente.

Com atividade efetiva a CI revela que, em julho do presente ano, o número de fogos no Alojamento Local perfazia “pouco mais de 5.000 unidades no conjunto de Lisboa e Porto, estando reduzido a 2.800 fogos na capital e a 2.300 fogos na Invicta”.

Feitas as contas, as 2.800 unidades ativas em Lisboa representam somente 15% do total de 19.000 fogos registados na capital, o que significa que 16.200 alojamentos não tinham qualquer atividade.

Já a norte, dos 8.600 alojamentos registados, somente 27% estavam ativos, significando isto, que na cidade do Porto, cerca de 6.300 fogos praticam atividade.

Enquanto isso no Brasil a retomada no turismo tem registro de 150% em relação ao ano passado, segundo dados divulgados pelos Ministério do Turismo.

Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, refere, em nota de imprensa, que, “esta redução na oferta efetivamente ativa veio evidenciar ainda mais o gap entre o mercado visto do ponto de vista real e o mercado administrativo/legal”, acentuando ainda mais este gap.

Segundo o responsável, “já anteriormente os alojamentos com atividade regular não chegavam a perfazer metade do universo de AL registado quer em Lisboa (44%) quer no Porto (47%)”.

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