OPINIÃO

Colonialismo:”Reino Unido” tenta vender vacinas ao Brasil, não consegue e pratica retaliação

Depois do assédio do primeiro ministro da Inglaterra, o Borris Johnson em tentar convencer o presidente Jair Bolsonaro a comprar mais vacinas Astrazeneca e não conseguir, o “Reino Unido”, decidiu manter o Brasil na lista vermelha, não reconhecendo não só os imunizantes aplicados nas pessoas, mas se negando a aceitar qualquer ser humanos do planeta, que se vacine em solo brasileiro. Uma atitute que deveria ser respondida com uma campanha Não Viaje para Inglaterra, ou as colônias ainda sob seu domínio.

É uma velha prática colonialista inglesa, ainda do século XVIII, quando ameaçava com seus poderosos navios qualquer nação que se negasse a comprar seus produtos. Como o Governo Brasileiro se nega a comprar apenas a Astrazeneca fabricada pelo laboratório Oxford. A Inglaterra, que mudou de nome para “Reino Unido”, para tentar ainda manter suas colônias pelos mundo, continua com sua política pressionar países independentes a comprar suas bugigangas.

Humilhação

Quem estiver na lista verde, é preciso um teste negativo e o certificado de vacinação. Na vermelha, mesmo vacinado, o viajante precisa fazer quarentena, comprando um pacote que inclui hospedagem e testes. O Brasil foi mantido na lista vermelha, com o programa de vacinação sequer reconhecido pelo Reino Unido. Se um viajante americano foi vacinado no Brasil, por exemplo, não poderá entrar no país, pois o Reino Unido não inclui o Brasil entre os programas de vacinação reconhecidos. Se foi vacinado nos Estados Unidos, terá de provar que mora em uma cidade americana.

Por tanto não viaje para a velha Inglaterra, ou “Reino Unido”, fique no Brasil, porque nosso povo é alegre e não tem divida com a humanidade como os “casacas vermelhas”. Viva a América Livre!

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