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Última hora – Portugal volta a fechar bares, restaurantes e discotecas e causa mais um abalo ao turismo

Creches e ATLs fechados, bares e discotecas com encerramento antecipado para dia 25, teletrabalho obrigatório já a partir do dia de Natal e só testes negativos vão dar acesso a eventos culturais, desportivos e sociais . Primeiro-ministro António Costa justifica decisão do governo com o agravamento da situação pandémica no país e no mundo.

O agravamento do cenário causado pela disseminação da variante Ómicron levou ao Governo de Portugal a fechar estabelecimentos comerciais hoje, causando um grande impacto a atividade de turismo, que vinha se recuperando da pandemia de dois anos.

As autoridades de saúde de Portugal, acreditam que o índice de contaminação chegue no Natal a 50% e no reveillon a 80%, números que sistema de saúde português não tem com atender a todos. Temendo o caos, o primeiro ministro António Costa em suas uma das justificações pede o reforço das medidas de prevenção anunciadas hoje.

Com base na avaliação dos cientistas, que explicaram que a Ómicron espalha-se a grande velocidade pelo país, antecipou as limitações para o dia de Natal, encerrando creches e discotecas e alargando a obrigação de testes. A vacina deixa de ser um cartão de acesso nos próximos 15 dias.

“Perante os riscos de agravamento da situação com a variante Ómicron, e enquanto não concluirmos significativamente o processo de reforço da vacinação, adotamos até 10 de janeiro um conjunto de medidas. A mais vacinação, mais testes, mais controle de fronteiras, acrescentamos mais teletrabalho, mais limitação de contactos, mais uma semana de contenção e mais apoios às famílias e às empresas”, justificou o primeiro ministro, ontem, ao fim da tarde, ao anunciar as novas medidas decididas em Conselho de Ministros durante a manhã.

As novas restrições passam pela obrigação de um teste negativo à covid-19 em eventos noa quais, até aqui, bastava o certificado da vacinação completa. Por exemplo, o acesso as espetáculos desportivos ao ar livre com menos de cinco mil pessoas e fechados com menos de mil. O mesmo acontece em relação aos espetáculos culturais, bem como aos eventos empresariais, casamentos e batizados.

Fonte Diários de Noticias

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