A Azul, a maior companhia aérea do Brasil em número de voos e cidades atendidas, foi reconhecida pela adoção das melhores práticas de gestão ambiental entre os operadores aéreos nacionais pelo projeto SustentAr, lançado pela Agência Nacional de
Aviação Civil (Anac) neste ano.
A Azul foi a mais bem avaliada na categoria de empresas de transporte aéreo regular, considerando cinco grupos relacionados à sustentabilidade em empresas aéreas: gestão organizacional e educação ambiental; transição energética; eficiência operacional; emissões atmosféricas e recursos naturais.
A Azul foi a primeira aérea do Brasil a aderir ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), reforçando o seu comprometimento com a responsabilidade socioambiental e os objetivos de Desenvolvimento Sustentável, em seu compromisso de ser neutra em emissão de carbono até 2045 e fazendo parte do movimento ambição 2030, também da ONU. Hoje, a companhia faz parte do esquema de compensação e redução de carbono para a aviação internacional CORSIA.
Além de um modelo de negócios financeiro sustentável, a Azul foca em três pilares: operação eco-eficiente por meio de excelência operacional e máxima integridade das aeronaves; tripulantes engajados e saudáveis, clientes e fornecedores fidelizados e comunidades envolvidas, criando uma sociedade equitativa e uma economia justa; e desenvolvimento social e econômico que proteja o planeta por meio de projetos inovadores e apaixonados.
“A Azul é hoje 19% mais eficiente em termos de consumo de combustível em comparação com o ano de 2016. Atualmente, transportamos mais clientes e emitimos menos carbono do que há seis ano, devido à transformação e renovação de nossa frota. Temos a frota mais jovem na região e operamos 70% dos nossos assentos com aeronaves mais eficientes e com baixa emissão de carbono, um dos nossos principais pilares em sustentabilidade”, disse John Rodgerson, CEO da Azul.



