MEIO AMBIENTE

Plástico biodegradável é tema de capacitação para professores de ciências da rede municipal de ensino de Arapiraca

A Prefeitura de Arapiraca, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Esporte, está realizando mensalmente capacitação para os professores de Ciências do 9º ano da Rede Municipal de Ensino que irão aplicar as provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) em 2023.

Apesar de este ano a prova ser apenas amostral para essa área ( Ciências), as formações estão acontecendo com a mesma seriedade das avaliações que serão censitárias (Português e Matemática), visando, desde já, a preparação dos profissionais.

As atividades científicas estão acontecendo na Sala de Aprendizagem Criativa do Anexo da Secretaria Municipal de Educação e Esporte, na Rua Floracy da Silva Barros, 288, no bairro Alto do Cruzeiro.

Com encontros mensais, o eixo abordado neste módulo foi “Matéria e Energia”, dando destaque às perspectivas de uso do petróleo e seus derivados, à composição biotecnológica das suas diversas utilidades e problemas causados por seus produtos, em especial o plástico.

Na oportunidade, além das exposições teóricas, foram apresentados experimentos práticos pelas professoras doutoras Janice Gomes e Janaína Kívia, ambas responsáveis pela Formação Continuada em Ciências na rede.

Com a vivência, foram indicadas opções naturais para a substituição do plástico como o conhecemos, pelo plástico biodegradável.

“Esse experimento foi uma forma de mostrar o que já vem acontecendo nos grandes centros de pesquisa do Brasil e do mundo. Que existem alternativas naturais que podem, a médio e a longo prazo, substituir o plástico no modelo em que ele está hoje. Com o potencial que conhecemos, mas também com seus prejuízos”, comentou a professora Janice Gomes, que também é gerente do Núcleo Municipal de Desenvolvimento Científico, ligado à Superintendência Pedagógica.

“Não estamos destacando apenas o prejuízo ambiental, que por si só já é bem grande. Com a descoberta de microplásticos na corrente sanguínea humana, a comunidade científica busca por alternativas que tragam a perspectiva de solucionar mais este problema de saúde”, completou a professora Janaína Kívia.

A ideia dos experimentos é trazer para a sala de aula, a oportunidade de o professor desenvolver estratégias, compreender as competências propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e pensar em métodos ainda mais curiosos de como abordá-las com os seus alunos, fazendo-os refletir, discutir o tema e se atualizarem sobre o que já vem acontecendo na ciência e no mundo inteiro e assim, garantirem melhores notas nestas avaliações externas.

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