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Observatório do Turismo Sustentável do Centro de Portugal integra a Rede Internacional de Observatórios de Turismo Sustentável das ONU

O Observatório do Turismo Sustentável do Centro de Portugal (OTSCP), iniciativa da Turismo Centro de Portugal com o objetivo de monitorizar e avaliar de maneira precisa a atividade turística na região, passou a integrar a INSTO – Rede Internacional de Observatórios de Turismo Sustentável das Nações Unidas, cerimônia que ocorreu em Madrid, e que deu também as boas-vindas a observatórios da Irlanda, Japão, Colômbia, México e Filipinas.

Raul Almeida, presidente da Turismo Centro de Portugal, afirmou que a conquista é mais um passo importante na promoção do turismo sustentável na região. “O turismo contribui de forma decisiva para o desenvolvimento integrado e coeso de toda esta região mas, para tal, é essencial que se possam tomar decisões com base em dados e indicadores rigorosos”, destaca Raul Almeida, assinalando ainda que “é cada vez maior a necessidade de monitorizar a atividade turística, com base em indicadores fiáveis e abrangentes. Nesta perspetiva, o Observatório do Turismo Sustentável do Centro de Portugal desempenha um papel imprescindível no apoio ao processo de tomada de decisão de todos os empresários e decisores públicos do Centro de Portugal” comentou.

Francisco Dias, coordenador do OTSCP, apresentou a estrutura do Observatório e detalhou as principais atividades já desenvolvidas e em curso. Sublinhando a importância de “medir para gerir” e de “aumentar a consciencialização e o envolvimento das partes interessadas”, Francisco Dias explicou que o OTSCP visa dar resposta a dificuldades sentidas pelos empresários e pelos decisores regionais.

“Falta informação desagregada sobre receitas, custos e rendimentos líquidos por tipo de alojamento e por sub-região” e “as oito sub-regiões têm um portefólio muito diferente entre si e muito diversificado de produtos turísticos de nicho”, exemplificou. “Os dados estatísticos genéricos centram-se em indicadores de alojamento, os quais, além de insuficientes, podem até ser falaciosos”, salientou também, concluindo que “falta uma monitorização contínua dos impactos económicos, ambientais e socioculturais do turismo”.

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