A Agência Europeia de Segurança Aérea (EASA) alargou o alarta para que as companhias aéreas evitem operar no Médio Oriente até 11 de março, na sequência do conflito entre os EUA, Israel e Irão.
O alerta, que foi originalmente lançado a 28 de fevereiro, foi agora renovado e, além do espaço aéreo do Irão, inclui também a Arábia Saudita, Bahrain, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano e Omã.
O alerta aplica-se tanto a companhias aérea europeias como a voos operados por transportadoras aéreas de países terceiros com origem ou destino na União Europeia (UE).
A EASA tem vindo a aconselhar as transportadoras a “não operar no espaço aéreo afetado em todos os níveis e altitudes de voo”, assim como a “monitorar atentamente os desdobramentos no espaço aéreo da região”.
Segundo a EASA, o principal risco para a aviação civil são os sistemas de defesa aérea, que operam em várias altitudes, assim como o lançamento de mísseis balísticos e de cruzeiro e de outros tipos de armamento, que podem levar a erros de identificação e cálculo ou falhas nos procedimentos de interceptação.
Recorde-se que ataques dos EUA e Israel ao Irão, que tiveram início na manhã de sábado, 28 de fevereiro, e que levaram à morte do líder iraniano, Ali Khamenei, ditaram uma resposta iraniana, que atacou vários países na região do Médio Oriente, ditando o encerramento do espaço aérea em praticamente toda a região.



