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TAP pretende recuperar 55% da capacidade de voos até junho

Ramiro Sequeira presidente da TAP informou que a empresa até junho estará com 55% da capacidade que operou no último mês de junho de 2019. antes da pandemia de covid-19. A companhia portuguesa, que no primeiro trimestre teve no mercado apenas 17% dos lugares, tinha no período homólogo de 2019. As perspectivas “mais otimistas” para o segundo trimestre, chegando a junho com mais de metade da capacidade pré-pandemia, segundo uma informação do CEO, Ramiro Sequeira, a que o circuitomundo.com e o portal tripseek.news teve acesso.

Sequeira acredita que a capacidade medida em ASK (do inglês para lugares disponíveis x quilómetros voados) que TAP atingirá 39% em Abril em face da capacidade operada pela companhia em Abril de 2019, antes da pandemia de covid-19.

Em Maio, Ramiro Sequeira prevê que a TAP tenha no mercado 42% da capacidade que tinha no mês homólogo de 2019, chegando finalmente a Junho com 55% da capacidade que operou no último mês de Junho antes da pandemia de covid-19.

O CEO da TAP informou ainda que a companhia aérea ajustou a sua oferta de capacidade a 10 de Março “em menos 10% face à operação publicada em janeiro para o 1º trimestre deste ano, em virtude do impacto das restrições em mercados como Angola, Brasil e UK [Reino Unido]”.

Segundo semestre

“Para o 2º trimestre as projeções são um pouco mais otimistas, prevendo-se que a percentagem da capacidade ( ASK ) suspensa, face a igual período de 2019, venha a diminuir, gradualmente, com valores de: menos 61% em abril, menos 58% em maio e menos 45% para junho”, acrescentou Ramiro Sequeira.

A previsões do CEO da TAP têm por base a projeção da IATA “no curto prazo e no cenário moderado”, designadamente “no que respeita à procura agregada nos mercados onde a TAP opera (África, Europa, América do Norte e do Sul) para Junho de 2021”, a qual indica “recuperação de 63% do tráfego global e 55% do tráfego internacional, comprovando a retoma lenta estimada, particularmente no trafego internacional”.

Ramiro Sequeira destaca que “a IATA reviu, em baixa, as suas projeções de capacidade (ASK) em todos os cenários, particularmente no curto prazo. Menos 7pp para março, que se espera em linha com fevereiro e menos 1 pp de abril em diante”.

O executivo sublinha ainda que as “projeções contam com a evolução positiva da pandemia, expansão da vacinação e levantamento de algumas restrições à mobilidade das pessoas, como já se verificou com Angola e UK [Reino Unido]” e acrescenta que o “cenário pode-se alterar rapidamente em virtude da evolução das restrições e imposições à mobilidade das pessoas”.

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