Apesar da inflação galopante e da crise energética que atingiu quase todo o mundo no ano passado, segundo dados publicados pelo Banco da Grécia, o número total de turistas ascendeu a 27,8 milhões, quase quatro vezes os escassos 7,3 milhões registados em 2020, ano em que o principal motor da economia helénica foi atingido pelas consequências da pandemia do coronavírus.
No período em análise, as receitas turísticas atingiram 17.631 milhões de euros em 2022, um aumento de 67,9% face ao ano anterior e uma diminuição de 3% comparativamente a 2019, ano em que a Grécia registou o seu recorde histórico tanto em chegadas – 31,3 milhões de turistas – como na renda.
O setor do turismo, principal motor da economia grega, que gera cerca de 21% do PIB do país, conseguiu assim recuperar totalmente do choque sofrido em 2020.
O maior aumento percentual de turistas, segundo a agência de notícias espanhola EFE, ocorreu nas visitas de países fora da União Europeia, que cresceram 136% para 10,840 milhões de pessoas.
O maior número de visitantes veio do Reino Unido, seguido de perto pela Alemanha. Em contrapartida, foi notável a queda de 69,8% nas chegadas de turistas da Rússia.



