A partir de 1º de junho, a American Airlines proibirá os consultores de viagens de usar a tecnologia de revenda automatizada para alterar e remarcar passagens aéreas.
Os conselheiros que se envolverem na prática podem estar sujeitos a memorandos de débito ou ter seu acesso a partes do conteúdo da American removido. Eles também podem enfrentar medidas mais fortes, como suspensão ou rescisão de sua autoridade para vender estoque americano.
A revenda automatizada de tarifas tornou-se uma proposta mais atraente desde que companhias aéreas como a American eliminaram suas taxas de alteração padrão de US$ 200 no início da pandemia. Envolve o uso de uma ferramenta automatizada para remarcar um passageiro com bilhete no mesmo voo e na mesma classe de cabine, a fim de aproveitar uma tarifa reduzida disponível. A economia da remarcação volta para o passageiro na forma de um crédito de voo.
No entanto, a remarcação automatizada, que também é usada para hotéis, existe desde antes da pandemia. Muitas OTAs e ferramentas de reservas corporativas adotaram a tecnologia, muitas vezes auxiliadas por um rastreador de preço de passagem aérea/hotel, como Yapta ou Tripbam.
A nova política da American foi adicionada por meio de um adendo aos contratos de agência de viagens que regem a operadora. A American também adicionou a política ao seu contrato de transporte, que se aplica a todos os seus clientes, incluindo aqueles que não usam um consultor de viagens.



