O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou mudanças que envolvem a aviação comercial de passageiros, a exemplo da liberação de as empresas aéreas estrangeiras operarem voos domésticos no país. A medida, segundo o governo, tem a finalidade de promover uma concorrência maior dentro do país para que o preço das passagens aéreas sofra queda ainda em meio a uma inflação que supera os 140% ao ano.
A decisão foi vista como “drástica” na Argentina que segue as mesmas regras da aviação comercial civil brasileira, ou seja, proibindo que empresas aéreas internacionais operem voos domésticos dentro do país. Atualmente, apenas as companhias de fato brasileiras têm essa permissão.
De acordo com o decreto, está autorizada a “transferência, parcial ou total, do pacote de ações da Aerolíneas Argentinas e Austral, e suas controladas, aos funcionários das respectivas empresas de acordo com o Programa de Propriedade Compartilhada”. Segundo o La Nación, o decreto não aborda como os funcionários, caso aceitem ser proprietários da empresa, financiarão os déficits da companhia.. Por isso, segundo o La Nación, a Aerolíneas pode acabar sendo privatizada no futuro, caso contrário, poderá quebrar.



