O turismo floresce em Maceió e, junto com ele, surgem oportunidades de emprego na indústria hoteleira. Nos últimos anos, a capital alagoana tem testemunhado um aumento significativo na demanda por hospedagem, impulsionando não apenas o setor turístico, mas também contribuindo para a redução do desemprego na cidade.
A expansão do turismo aumenta a demanda por acomodações e gera oportunidades de trabalho em áreas como serviços de hospedagem, alimentação, limpeza, manutenção, entre outros serviços, transformando o setor hoteleiro num dos ramos cruciais da economia local.
Para o trade turístico de Maceió, o crescimento do setor cria um ciclo positivo para a economia da cidade. “Esse crescimento turístico gera empregos, aumenta a arrecadação de tributos municipais e cria um ciclo positivo, no qual a iniciativa privada contribui gerando empregos e pagando impostos, enquanto a Prefeitura de Maceió investe cada vez mais no desenvolvimento do turismo”, destacou Pietro Coelho, diretor-comercial da rede de hotéis Ritz Brasil.
“Quando recebemos mais turistas, mais pessoas estão investindo na nossa capital. Isso cria oportunidades para empreendedores abrirem bares, restaurantes, pousadas, hotéis e empresas de receptivo. A lógica é simples: mais pessoas significam mais dinheiro circulando e mais empregos sendo gerados. O turismo é o motor do desenvolvimento econômico de Maceió”, enfatizou o empresário.
Coelho ressaltou, ainda, a parceria entre a iniciativa privada e a Prefeitura de Maceió, que tem se empenhado na divulgação, promoção e ampliação da malha aérea da região. Ele pontuou que esse crescimento aumenta a arrecadação de tributos municipais, possibilitando investimentos contínuos no setor.
De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Maceió tem uma das menores taxas de desemprego do Nordeste. No último trimestre de 2023, a capital alagoana reduziu a taxa de desocupação de 9,1% para 8,4%. O desempenho de Maceió supera o do Nordeste, onde o desemprego atinge 10,4% da população.



