O número total de passageiros em voos internacionais com origem ou destino nos EUA ultrapassou os 25 milhões em junho, o que representa uma queda de 1% em relação a junho de 2024, ainda assim, acima dos níveis pré-pandemia de 2019. Este número inclui tanto visitantes internacionais como norte-americanos a viajar para o estrangeiro.
A maior quebra foi registrada entre os cidadãos estrangeiros a viajar para os EUA, com uma diminuição de 6,6% nas chegadas internacionais em comparação com o mesmo mês do ano passado.
Já as viagens internacionais de cidadãos norte-americanos aumentaram ligeiramente (+0,2%) face a 2024, e superaram os níveis pré-pandemia em mais de 20%.
No geral, o tráfego aéreo de passageiros (chegadas e partidas) entre os EUA e outros países também caiu 1,4% de e para o México, 4,9% de e para o Canadá, 5% de e para o Reino Unido, 1,6% de e para a Alemanha, 2 2,2% de e para a República Dominicana.
Segundo dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a procura global por viagens aéreas continua a crescer, com exceção da América do Norte, que é a única região a registrar quebras este ano, tanto nas viagens domésticas como internacionais.
Em maio, a IATA indicou uma quebra de 1,7% na procura interna nos EUA, enquanto a procura global na América do Norte caiu 0,5%.
O World Travel & Tourism Council (WTTC) alertou, em maio, que a retórica e as políticas da atual administração podem levar os EUA a perder cerca de 12,5 mil milhões de dólares em receitas turísticas este ano. Segundo a organização, os EUA deverão ser o único país, entre 184 analisados nos seus Relatórios de Impacto Econômico (EIR, sigla em inglês), a registrar uma queda no turismo e nas receitas provenientes do setor em 2025.



