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Cuscuz de arroz penedense é declarado Patrimônio Cultural de Alagoas

Agora é oficial! O delicioso cuscuz de arroz penedense passa a ser Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado de Alagoas, conforme a lei 9.610/2025 aprovada pela Assembleia Legisaltoova de Alagoas e sancionada pelo governador Paulo Dantas.

A trajetória do prato da família Novaes de Barros se perpetua ao longo das gerações, e representa não somente uma refeição, mas também um verdadeiro símbolo cultural da região do Baixo São Francisco.

O reconhecimento feito por meio do deputado estadual Delegado Leonam gera benefícios para Penedo e toda Alagoas, prestigia todas as cidades que preservam a tradição culinária, cada uma com seu modo único de execução,

“É uma história que vem da minha bisavó, passa para a minha avó e as sete filhas da minha avó também comercializam o cuscuz de arroz, cada uma em um lugar, e eu, junto com a minha irmã, venho dando continuidade”, explica Rodolfo Cavalcante, dono do empreendimento do ramo de alimentação da A Carroça, empresa que comercializa o prato em Maceió e em Penedo.

O que torna o cuscuz de arroz penedense único é o processo artesanal mantido pela família de Rodolfo. Desde a seleção até a moagem dos grãos, todas as etapas são feitas manualmente. A tradição também está no utensílio: a panela usada no preparo foi criada pelo bisavô do empresário que, até hoje, respeita cada detalhe, do início à finalização.

“O título de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial representa um avanço no reconhecimento das tradições de Penedo. O cuscuz de arroz penedense é parte da nossa identidade e história, e valorizar esse sabor tradicional é também fortalecer o turismo, a economia criativa e a cultura local. A Prefeitura de Penedo tem atuado de forma estratégica no apoio e ao fomento à gastronomia como expressão cultural e como um dos grandes diferenciais do Destino Penedo. Esse reconhecimento contribui para preservar modos de fazer transmitidos entre gerações e posiciona nossa cidade como referência na gastronomia regional e no turismo de base cultural”, disse Jair Galvão, secretário de Turismo e Economia Criativa.

“Nós vamos imortalizar essa história, mantê-la viva para sempre como um prato de identidade do nosso estado. A tradição não pode morrer”, finaliza o empresário Rodolfo Cavalcante.

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