A companhia aérea brasileira Azul, presidida por David Neeleman, ex-accionista de referência da TAP, ainda não atingiu os patamares de 2019, mas investe para superar as dificuldades, ao passo que a TAP ainda se encontra em situação muito difícil e instável, já que seu principal mercado de passageiro é o Brasil e que as fronteiras portuguesas estão fechadas.

Os dados publicados pela Azul indicam que em tráfego medido em RPK (passageiros x quilómetros voados) ainda está 3,4% abaixo.
Os voos internacionais, onde se incluem os voos entre Campinas e Lisboa, que estão com menos 74,8% que em Junho de 2019 e registam uma quebra da procura ainda maior, em 85,1%, igual aos da companhia TAP.
Dessa forma, a Azul apresenta uma quebra da ocupação dos voos face a Junho de 2019 de 3,5 pontos, para 82,3%.
Os dados da Azul relativos ao trimestre mostram que predominou essa tendência de queda da ocupação face a 2019, com uma diminuição de 4,5 pontos, para 78,6%, com quebra de tráfego em 15,4% face a decréscimo da capacidade em 10,5%.
A estratégia agora da empresa comandada por David Neelman é consolidar voos São Paulo/Porto como alternativa para ausência da TAP no aeroporto Sá Carneiro, estratégia que preocupa os executivos da companhia aérea portuguesa.

Fonte: Tripseek.news



