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Governador disse que Alagoas já pagou a Marinha R$ 23 milhões por área no Pontal da Barra, onde se pretende construir empreendimentos turísticos

O Governo de Alagoas vem tentando há seis anos um acordo com o Governo Federal para destinar a área pertencente à Marinha do Brasil, no bairro do Pontal da Barra, em Maceió, para construção de empreendimentos turísticos com hotéis, restaurantes e atracadouros de barcos de turismo.

Atualmente a área é ocupada por ruínas das antigas instalações, onde funcionou um centro formador da Marinha e depois o Departamento de Trânsito de Alagoas (Detran/AL). O prédio está abandonado há mais de quatros e ameaça desabar, além de estar servindo de local para proliferação de roedores e mosquitos transmissores de dengue e outras doenças vetoriais.

Segundo o Governador Renan Filho, já foram diversas tentativas de buscar um entendimento com a Marinha. O chefe do executivo estadual informou ainda que o Governo de Alagoas, já chegou a pagar R $23 milhões pelo prédio, na época em que Ronaldo Lessa era governador do estado. “Contudo, a Marinha quer mais R $70 milhões para ceder a área”, disse ele.

“Conversamos com o ministro do Turismo, Gilson Neto, para buscar um entendimento, já a proposta é gerar emprego e renda e o local está totalmente abandonado”, declarou ele. “Existe um processo no Ministério da Marinha que não avança”, ressalta ele declarando que o Grupo Vila Galé e outro grupo internacional desejam construir naquela aérea hotéis, que vão gerar juntos mais de 1.500 empregos diretos.

Responsável

José Medeiros Nicolau (Zezeco), conversar com o secretário estadual de turismo Marcius Beltrão: “O assunto está com o 3º Distrito Naval” se limita a dizer ele.

O assunto, segundo o ministro Gilson Neto é de competência do diretor do Departamento de Ordenamento, Parcerias e Concessões da Secretaria Nacional de Atração de Investimentos, Parcerias e Concessões do Ministério do Turismo e ex-prefeito da Barra de São Miguel, José Medeiros Nicolau, ( Zezeco),

Indagado sobre o para esta “compensação”, José Medeiros não soube explicar mais detalhes sobre o processo e se limitou a dizer que o assunto estaria a cargo do 3º Distrito Naval, sediado em Natal.

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