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MPF abre inquérito civil para apurar novas irregularidades no aterro sanitário de Maceió. Câmara de vereadores de Maragogi passará a ter 13 vereadores. Animais silvestres resgatados precisam de ajuda.

O aterro sanitário de Maceió é alvo de inquérito civil (Inquérito Civil no 1.11.000.000284/2021-38) aberto pelo promotor federal, Lucas Horta, para apurar denúncias de mais irregularidades denunciadas pelo vereador Fábio Costa, presidente da Comissão de Defesa do Meio Ambiente e Direitos dos Animais da Câmara Municipal de Maceió. O aterro já batizado de novo “lixão de Maceió”, já se transformou em um problema ambiental, cuja solução vem sendo protelada ao mesmo tempo que se torna em uma “bomba relógio”. O seu encerramento já foi recomendado pelo Instituto do Meio Ambiente ( IMA), por não mais ter capacidade de continuar recebendo os lixo da capital alagoana. Contudo, até o momento manobras de artimanhas têm conseguido que está “agonia” perdure causando graves danos ao meio ambiente. As comunidades existentes em volta do aterro sanitário de Maceió, não suportam mais o sofrimento causado e é preciso uma mão forte para dar um basta a situação. A última ação de fiscalização, realizada pelo vereador Fábio Costa, coloca as vistas das autoridades em inúmeras irregularidades no funcionamento. O espaço é administrado pela empresa concessionária V2 Ambiental, que vem descumprindo o Contrato de Concessão n. 85.2009, firmado em 05 de junho de 2009, situação que, reiteradas vezes, está sendo denunciada pelo vereador.

Aterro/Relatório

Entre as inconsistências detectadas na fiscalização estão o recebimento de resíduos inertes misturados com resíduos domiciliares, com descarte na célula destinada aos domiciliares; grande quantidade de material seco (reciclável) junto aos resíduos domiciliares e inertes.

Aterro/relatório 2

A ausência de manutenção nos taludes (plano de terreno inclinado que limita um aterro e tem como função garantir a estabilidade do aterro); ausência de tratamento, reaproveitamento, captação, queima e geração de energia do biogás; e ausência de controle de entrada de resíduos.

Célula clandestina

O relatório ainda aponta que a Central de Tratamento de Resíduos de Maceió tem ausência de operação de Usina de Beneficiamento de Resíduos da Construção Civil e Inertes; apresenta construção de célula clandestina para recebimento de resíduos da construção civil;

 Material de poda

A ausência de Unidade de Tratamento e Compostagem de Resíduos resultantes de Podação; comprometimento da vida útil do aterro sanitário; e supressão de vegetação para ampliação e criação de Célula de Resíduos Inertes.

Ministério Público

Os ofícios com pedido de providências e apuração dos fatos foram encaminhados ao prefeito, a órgãos da prefeitura, aos Ministérios Público Estadual e Federal, além da Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB) e ao gabinete do presidente da Mesa Diretora da Câmara Municipal, vereador Galba Neto.

SOS animais silvestres

O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), que possui administração compartilhada pelo o Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e do Recursos Naturais Renováveis (Ibama), realiza uma campanha de arrecadação de materiais para os animais silvestres que estão em tratamento.

Filhotes

A população pode doar jornais, revistas e folhas de papel, que são usados para forrar o chão das baias e gaiolas, pois auxiliam na limpeza dos alojamentos. Outros objetos que são necessários no Cetas são toalhas, lençóis e panos de modo geral, que servem principalmente para os animais debilitados e filhotes que precisam ser aquecidos.

SOS/doações

A população pode doar jornais, revistas e folhas de papel, que são usados para forrar o chão das baias e gaiolas, pois auxiliam na limpeza dos alojamentos. Outros objetos que são necessários no Cetas são toalhas, lençóis e panos de modo geral, que servem principalmente para os animais debilitados e filhotes que precisam ser aquecidos

Maragogi/Câmara

A Câmara de Vereadores de Maragogi passará a ter 13 parlamentares. A proposta foi aprovada na última sessão. O vereador Paulo Nunes criticou o que ele chamou de “desinformação espalhada por alguns comunicadores”, sem que tivessem conhecimento da autenticidade do projeto. Quem serão esses “desinformados”? Fica a pergunta.

Maragogi/comunicação

O vereador sugeriu que pessoas ligadas a comunicação no município que participem das sessões para que informem com segurança os atos parlamentares da Câmara. Outro projeto colocado em votação na mesma votação foi o projeto de Lei que aumenta o salário do prefeito e do vice-prefeito da cidade. Os três projetos foram aprovados por unanimidade.

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