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Anac participa da Operação Mar de Minas V para combater transporte aéreo clandestino

O transporte aéreo foi um dos focos da Operação Mar de Minas V, que contou com a participação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para combater atividades clandestinas em táxi-aéreo, manutenção de aeronaves e serviços aéreos especializados, como voos panorâmicos. 

As atividades de fiscalização foram realizadas em seis municípios da região do Lago de Furnas, em Minas Gerais – Capitólio, Guapé, Formiga, Passos, São João Batista do Glória e Piumhi. Entre os dias 18 e 20 de abril, os fiscais da Agência vistoriaram 17 aeródromos e helipontos e em todos os locais as atividades estavam dentro das normas da aviação civil. 

A Operação Mar de Minas V foi coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp) e contou com a atuação integrada de forças de segurança estaduais e nacionais, além de outras instituições parceiras, como a Anac, Marinha e Exército, que atuaram de forma integrada para coibir práticas criminosas e reforçar a segurança da região do Lago de Furnas. 

Campanha Voe Seguro 
A Anac conta com a campanha nacional Confiança não tem atalho. Voe Seguro! O objetivo é sensibilizar sobre o transporte aéreo clandestino (Taca), prática ilegal que coloca em risco a segurança de passageiros e tripulantes.   

A campanha alerta para os riscos de contratar empresas ou aeronaves não certificadas pela Anac, que frequentemente operam sem os padrões mínimos exigidos de manutenção, tripulação e apólice de seguro, comprometendo a segurança de todos os envolvidos. Em muitos casos, os passageiros são atraídos por preços abaixo do mercado, sem perceber que perdem garantias legais e de segurança operacional. 

Como parte da ação, a Anac reforça o uso da plataforma Voe Seguro, ferramenta oficial e gratuita que permite ao cidadão verificar, antes da viagem, se a empresa e a aeronave contratadas estão autorizadas, e que agora pode ser acessada diretamente pelo Super App da Anac.  

O transporte aéreo clandestino é crime, e tanto a empresa quanto o piloto podem ser responsabilizados pela prática irregular. A Anac, em conjunto com outros órgãos públicos, seguirá intensificando as ações de fiscalização e conscientização em todo o país. 

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