Parece incrível, mas a conta de energia no Brasil não é cara. O que o que torna ela alta são os tributos. Vamos tomar como exemplo uma conta de R$ 700,00, que na verdade é R$ 245,00, mas que em Maceió somente de “Contribuição de Iluminação Pública”(CIP) é R$ 79,9. Tem inda R$ 14,00 de Fecoep, cobrado pelo Estado aprovado pelos deputados. Tem ainda R$ 189,88 de ICMS, cobrando também pelo Governo do Estado e ainda R$ 4,15 de PIS E R$ 19,13 DE CONFINS cobrando pelo Governo Federal. Esta é apenas uma conta doméstica de um consumidor da classe média alta em Maceió. Contudo, no interior de Alagoas há situações em que a CIP, tem percentuais altíssimo, que aliado ao ICMS cobrado pelo Estado, transforma a conta de energia em um produto caríssimo, mas que na verdade ter 60% do valor como tributos e “contribuições”, que esfolam a população alagoana. E tudo isso foi estabelecido como “Lei” graças aos deputados estaduais e vereadores, que aprovaram os aumentos propostos pelos Poderes Executivos. Tá na hora de mudar este cenário e este ano é bem propício. E a Equatorial é quem leva a culpa da conta de energia cara.
Cigip
A maioria dos municípios alagoanos estão consorciados a uma instituição que recebe milhões todo mês, fruto da cobrança da famigerada Contribuição de Iluminação Pública (CIP), que em alguns municípios representa 40% da conta de energia cobrada. E o pior, o consumidor tem que pagar obrigatoriamente sem ter o direito a opção de só pagar a conta de consumo de energia.
Cigip 2
Contudo, alguns gestores de municípios maiores não se filiaram ao Cigip, porque preferiram administrar eles mesmos, os milhões arrecadados anualmente com a CIP. O pior é que, no frigir dos ovos, esta taxa que seria para manter a iluminação pública, não tem sua finalidade cumprida. Diariamente, nas emissoras de rádios, são realizadas reclamações de lâmpadas queimadas e de ruas às escuras são constantes.
Arapiraca/segurança
O tenente-coronel Ênio Bolivar, assumiu a pasta da secretaria de Ordem Pública e em entrevista as emissoras de rádio, disse que pretende transformar o município em um dos lugares mais seguros de Alagoas. Para isso, segundo ele, será utilizada a tecnologia para identificar criminosos e até veículos usados em crimes. O Militar dessa forma assume uma grande responsabilidade.
Porto Calvo
A população rural em Porto Calvo se sente abandonada pela gestão municipal, no que toca a estradas de acesso a várias localidades, que estão isoladas com as últimas chuvas. Outro grande problema é quanto ao transporte escolar que não chega mais nas comunidades rurais.
Jacuípe/Rotina
É rotina as enchentes em Jacuípe. Basta chuviscar e a cidade é inundada pelas águas do rio que dá nome ao município. O problema já foi diagnosticado pela Defesa Civil estadual que condenou a cidade a ser transferida para outro local. Mas entra e sai prefeito e a “santa enchente” faz o município receber muito dinheiro dos Governos estadual e federal.
Barra de Santo Antônio
Em Barra de Santo Antônio as comunidades Caiana e Carreira ficaram totalmente ilhadas devido às fortes chuvas que castigam o município. A prefeita Lívia Carla reuniu as equipes da Assistência Social e da Defesa Civil, e no último domingo (29) foram em uma “Janga” auxiliar e dar assistência a mais de 40 famílias.
Barra de Santo Antônio 2
A Barra de Santo Antônio está entre os 33 municípios alagoanos afetados e em estado de emergência. Lívia Carla esclareceu que toda a programação das festividades juninas estão canceladas e que os recursos que seriam utilizados no evento, serão destinados para auxiliar as famílias afetadas pelas chuvas.
Pilar
No Pilar a administração municipal está recomendando a população a colocar hipoclorito na água de consumo humano. Isto devido a inundação que sofre várias partes da cidade e isto pode afetar a qualidade da água fornecida pelo sistema de abastecimento.
Penedo
Uma das famílias afetadas pelas chuvas em Penedo foram um grupo de indígenas que se identificam da etnia Pankararu e residem em Penedo desde que deixaram a aldeia Xucuru-kariri. Como estavam em situação de risco, eles foram acolhidos em um dos pontos temporários de abrigo, onde receberam suprimentos, alimentação, atendimentos de saúde e apoio psicossocial.



